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No domingo pela manhã seguimos para Johanesburg. Ali é outro clima. Clima de megalópole – que como toda no mundo tem seus cantos, encantos e até mesmo desencantos. Mas que sem dúvida nenhuma foi o nosso arremate final de “Africa’s Experience” – versão futebol.O fim da tarde trouxe o jogo final do Brasil na Copa das Confederações. O primeiro tempo trouxe um certo desespero. Mas o segundo, uma vitória consagrada por uma premiação emocionante. Se era pra ser um teste para a Copa do Mundo, o Brasil, dentro e fora de campo, está com a bola toda!
A vinte minutos da onde estávamos instalados fica o cassino. Lindo, enorme e diversão garantida para quem gosta da brincadeira. Mas alem disso, ali abriga também excelentes restaurantes. A grande dica é o Aqua. O ambiente é muito agradável e o atendimento impecável. Opinao unânime, foi um dos melhores japoneses que já experimentamos – mas o menu vai muito alem disso. Ah, e só pra arrematar: a garrafa de Veuve Clicquot custa mais ou menos 1/3 do preço nos restaurantes por aqui.
Começamos pelo que estávamos hospedados e seguimos para o Royal Palm e o City Lodge. Numa inspeção se observa de tudo: do atendimento da recepção à disposição das toalhas no banheiro. Passa por espaço para malas, acomodação das pessoas, amenidades oferecidas, alimentação, serviços do hotel e da redondeza. Enfim, tudo que possa tornar a estada do viajante – e nesse caso do torcedor, a mais prazerosa possível. O Royal Palm e o City lodge ficam localizados em frente ao maior shoping da cidade. Ali você encontra uma variedade de lojas, restaurantes, cinema, entretenimento. Até caldo em piscina de onda a gente flagrou! ☺
Ushlanga é como se fosse um bairro de Durban. Chegamos de noite, no intervalo do jogo entre Brasil e África do Sul. Sabe aquele mesmo bar que “tem cara de copa do mundo” como eu disse num dos primeiros posts? Então, tinha um desses bem na esquina do nosso hotel. E foi lá mesmo que resolvemos assistir o show, quer dizer... o jogo ;)O dono do bar por acaso estava por perto e logo puxamos papo. Quando soube que éramos brasileiros foi super cordial. Nos deu convites para festas nos próximos dias e ficou conversando o tempo todo conosco. Para vocês terem uma idéia, a cozinha já tinha fechado e eles reabriram para a gente. O pessoal lá realmente é muito solícito, e o que é melhor: da forma mais genuína possível.
Se alimentar na África não é nenhum bicho de sete cabeças. Aliás, é uma delícia e por um preço muito acessível. Lá se come muita carne, muito grelhado e os pratos “neutros” também são bem parecidos com os pratos mais “neutros” do Brasil. Com uma grande vantagem: lá é bem mais barato. E aqui incluem-se vinhos e espumantes locais que são respeitados mundialmente.
Sim, acordamos muito cedo e partimos para o safári. Dirigimos por duas horas e chegamos ao Áquila Reserve. A estrutura de hotel é show de bola, e o safári nos deu uma primeira prévia da nossa experiência africana nessa temporada: vimos a Cheeta, um dos “Big Five”. Almoçamos e voltamos para Cape Town para inspecionar dois hotéis: Fire & Ice e o Protea SeaPoint. O Protea é um hotel com boa estrutura para eventos e conta com um restaurante de rede muito bacana. E o melhor: alguns quartos garantem vista pro mar ☺O Fire & Ice é um hotel para executivo com um toque de bom humor e bom gosto na medida. O bar e o restaurante trazem uma decoração super moderna, os banheiros são temáticos, a sala de fumantes é uma piada e o melhor: na porta do gerente está escrito “please, disturb”. 
A noite jantamos num lugar que vale a pena a dica: Beluga’s. Peça a sua mesa na adega, vale a pena! Mas tome cuidado com a altura da porta para não bater com a cabeça :)
Demorou um pouco, mas eu voltei. Uma viagem corrida e o dia a dia de uma blogueira não oficial acabam atrapalhando um pouco a freqüência – mas nada que uma boa memória e um caderninho amigo não resolvam ;)