O aeroporto de Johannesburg ainda tem cheiro de tinta fresca. Cartazes dando as boas vindas à Copa das Confederações estão espalhados por todos os cantos e em muito momentos já traduzem sinais de uma boa organização da cidade em conjunto com os comitês responsáveis pelo evento.
Mas interessante mesmo foi a sensação de “meio do mundo” que esse lugar me deu, de uma maneira bem particular. Vôos chegando de todas as partes do mundo se encontraram hoje às sete e meia da manhã – e para uma significativa parte, aquele nem era o destino final. Tinha gente vindo da Londres, Hong Kong, Cingapura (...) e claro, do Brasil. Um trânsito intenso e tão diversificado, de um jeito que eu nunca vi. Muita gente enxerga aqui uma conexão para a Índia por exemplo. Duas pessoas que viajaram comigo na verdade estavam seguindo para a Tanzânia. Um lugar que propicia tanta mistura, tanto fluxo de gente de tanta cultura diferente merecia mesmo a honra de “hospedar” um encontro tão especial como uma Copa do Mundo.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
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